segunda-feira, 1 de abril de 2013




Quando imagino teu corpo cobrindo o meu,
Não há frio;

Apesar do arrepio, sinto um calor me consumir;
Não consigo dormir.

Penso em tuas mãos;
Explorando, tocando;

E tua língua atrevida,
Brincando, passeando,
Quente, macia e gostosa;

Posso ouvir tua voz rouca e manhosa,
Sussurrando, gemendo,

Teu corpo inteiro,
Querendo pedindo.

E num êxtase incomum;
Sinto nossos corpos se encaixando,
Se transformando em um, em êxtase!

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